Não faltam verdades.

 

Há de haver reconhecimento.
Gratidão.
Amor.
E calma na alma.

E tudo isso junto, como seria?
Não teria nome.
Seria energia pura e da melhor saindo do coração…
E voando em direção ao vasto-ilimitado-infinito Universo…

Reconhecimento.
Gratidão.
Amor.
Calma na alma.

Por segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses…
Vividos…
Sentidos…
E nunca mais esquecidos.

O coração guarda com ternura o que (ou quem) amou.
E sente saudade. E sente vontade…
De agradecer. De se engrandecer.
De se lembrar. E de se integrar.

Sente, sente, sente, voa…
Porque ele não tem limites.
Esse coração, de carne e sangue,
Sangra até formar um lindo mar vermelho.

Sim, lindo! Grandioso!
Um mar vermelho de amor.
Um Mar Vermelho do milagre.
Um mar vermelho de rosas dançando.

E esse imenso mar vermelho,
Sempre se regenera, se recompõe,
Esse mar vermelho dá à vida mini corações,
E eles então se multiplicam…

E a vida continua, no vento,
A vida anda, no tempo,
E essa mesma vida sorri…
Com eterna gratidão.

Sim: reconhecimento!
Gratidão…
Amor…
E calma na alma.

E assim o sangue se santifica,
O corpo se purifica,
A mente se esvazia,
E o espírito se ilumina.

Assim, todos eles renascem,
Se reencontram,
Te reencontram,
E reconhecem sua gratidão, seu reconhecimento, seu amor e sua calma na alma.

Na nossa alma.