E isso basta.

 

Antes de falar do seu olhar, do seu sorriso e dos seus atrativos físicos…

 

Quero falar da sua rara ternura.

Da sua singular delicadeza.

E dessa sua beleza… Aí dentro… Lá no fundo…

Que-mundo-grande-e-fabuloso! Que universo complexo, completo e maravilhoso!

 

E quero falar da sua corajosa entrega.

Da sua doce e frágil sensibilidade.

E da sua precisão milimétrica em deixar as coisas fluírem…

Como as águas de um rio, que sempre estão… E se vão…

 

E quero falar da sua admirável leveza.

Quero contemplar a sua empolgante espontaneidade.

E quero olhar e trocar e te ter, te deixar e voltar e te abraçar, e sentir… Somente, te sentir…

E me sentir, em você.

 

E, sim, quero falar da sua encantadora seriedade.

E da sua misteriosa – e instigante – excentricidade.

E da sua valiosa história, que te entregou sorrisos e lágrimas o suficiente para estar hoje aqui, assim, tão inteira… Tão simples… Tão linda…

Tão preciosa… Tão rica.

 

 

*  crédito da imagem: Puuung